domingo, 30 de julho de 2017

MATO GROSSO DO SUL: A POLÍTICA DO SATANÁS


notícia de 22 de julho de 2017.

Em delações premiadas ao Ministério PúblicoFederal (MPF), integrantes do grupo JBS, entre eles os irmãos Joesley e Wesley Batista,além de relatarem pagamento de propina para os ex-Governadores André Puccinelli, Zeca do PT e para o atual Governador Reinaldo Azambuja (PMDB).

Os irmãos Batista afirmam que fizeram repasses para os seguintes políticos em Mato Grosso do Sul em forma de doações, mas que na verdade era propina, são eles; dois de Dourados: Renato Câmara, do PMDB, e José Carlos Barbosa, o Barbosinha, do PSB, atual Secretário de Segurança Pública de MS.

Três lagoas: o ex-Deputado Estadual Angelo Guerreiro e atual Prefeito de Três Lagoas e o Deputado Estadual pelo PMDB, João EduardoBarbosa Rocha, marido da Senadora Simone Tebet.

Por Campo Grande,o atual Prefeito Marquinhos Trad (PSD), as Deputadas Antonieta Amorim, irmã de João Amorim, pivô do esquema Lama Asfáltica e ex-mulher do ex-Prefeito Nelson Trad, a Deputada Mara Caseiro, o Deputado Pedro Kemp pelo PT, o Deputado Márcio Fernandes (PT do B) e 4 Deputados do PSDB, o apresentador e Deputado Mauricio Picarelli, Onevan de Matos, Flavio Kayat e Rinaldo Modesto, irmãoda Vice-Governadora Rose Modesto, ambos do PSDB.

Ao todo o Grupo J&F (holding controladora do grupo JBS) destinou mais de R$ 500 milhões para ajudar a eleger governadores, deputados estaduais, federais e senadores de todo o país, segundo os delatores.

O levantamento detalhado em que aponta todosos candidatos financiados pela empresa consta na delação premiada já homologada pelo Supremo Tribunal Federal, vazou na noite de ontem (22).

Por meio de "pagamentos dissimulados" alimentou as campanhas de 1.829 candidatos. Destes, 179 se elegeram deputados estaduais em 23 unidades da federação e 167, deputados federais por 19 partidos.

No depoimento, divulgadoapós a retirada do sigilo da delação, ele dá a entender que os valores citados se referem apenas às campanhas de 2014. Em outro depoimento, odono da JBS, Joesley Batista, também afirmou que a maioria das doações feitas pela empresa tratava-se de propina disfarçada por contrapartidas recebidas.

continua...



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